O que acontece quando um violinista encontra um DJ?
O que acontece quando um violinista encontra um DJ?
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Por falar em Hermes e Renato, impagável essa entrevista com a banda que é o último ‘hit’ brasileiro na Eslovênia: Também sou Hype! Mais caricatos impossível!
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Tá aí a matéria sobre a nova galera que anda fazendo festas em Belém. Seriam eles as crias do Cotonete? Talvez seja pretenção pensar isso, mas se forem é motivo de muito orgulho pra nós, afinal, a festa não pode acabar! =D
Pogobol, Control, Bulhufas, Meachuta, This is Radio Trash, etc etc etc. São muitos os nomes, cada um com sua proposta mas com muito em comum!
O melhor são os vídeos de divulgação das festas, alguns super bem editados, como os da Control, outros com um tom mais desencanados como os da Meachuta, mas os da Pogobol… prêmio bagaceiros do ano pra eles! Hermes e Renato perde! rsrs
DIVERSÃO A NOITE INTEIRA
Michelli Byanka Almeida
*Matéria diagramada: http://ee.diariodopara.com.br (capa do Caderno D da edição de sábado, 18 de outubro de 2008).
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Gente, pensem numa luta que foi conseguir entrevistar a Eloy Iglesias! A bonita fresca horrores durante a entrevista, e cumprimenta a travesti que acabou de chegar – “mana, ela é uma travesti internacional chiquérrima, tem 2 mil litros de silicone!” – e chama a dona Mariazinha, e fresca, e fresca e fresca. No final deu tudo certo. Taí uma das entrevistas mais divertidas que já fiz!
E falando nas bi, hoje saiu uma matéria do novo espetáculo do Cuíra sobre o mundo gay, feita pela minha editora Juliana Rose. Não perde o serviço do release: “quem se declarar gay na bilheteria paga meia”. Vale a pena conferir: http://ee.diariodopara.com.br
Ah! Amanhã (sábado, 18/10) sai matéria que fiz sobre os novos coletivos de DJ´s de Belém. Tá babado!
Belém-PA, sábado, 11 /10/2008 DIÁRIO DO PARÁ ·
BALZAQUIANA BACANA
A b a l z a q u i a n a mais enxuta da cidade. Essa é a Festa da Chiq u i t a 2 0 0 8 , que completa 30 anos hoje, com um espírito jovem, inovador e livre de preconceitos. Capitaneada pelo cantor e performer Eloy Iglesias, a festa começou no período da ditadura militar, época improvável para se dar início a um evento ligado à comunidade gay. Reunindo um punhado de intelectuais, que, segundo Eloy Iglesias, por vezes freqüentava a festa apenas para “tirar um sarro” dos homossexuais, a Chiquita tomou proporções enormes, resistiu a três décadas e hoje faz parte do calendário do Círio. Eloy conta que nomes como o ex-presidente José Sarney e o ator Raul Cortez já estiveram na Chiquita, além da atriz paraense Dira Paes, que todos os anos marca presença. Neste ano, a festa terá como atrações a travesti internacional Carla Ellen e o grupo de carimbó Borboletas do Mar, de Marapanim, entre outros convidados. “Apesar de ter um pé no segmento LGBT, é um movimento cultural para todos. Nada é ensaiado, tudo acontece na hora. Se fosse ensaiado seria chato. A Festa da Chiquita não é o Auto do Círio, é o Baixo do Círio”, diverte-se Eloy. Como principal indicado ao prêmio Veado de Ouro – entregue a personalidades que representam de forma signifi cativa a bandeira LGBT – Eloy Iglesias anuncia o maquiador Irandê Mendonça. Conhecido nacionalmente, Irandê já maquiou diversos artistas, especialmente do meio televisivo. Já a deputada Simone Morgado será coroada Rainha do Círio e o secretário de Estado Cláudio Puty foi eleito Amigo da Chiquita, por seu trabalho desenvolvido junto à comunidade gay. Serão entregues ainda os prêmios Mauro Faustino para a imprensa e Chiquita para uma drag queen escolhida pelo público. INTERNACIONAL Ao unir sagrado e profano durante o Círio, a Festa da Chiquita conquistou visibilidade internacional. Tudo por conta do documentário “As Filhas da Chiquita”, dirigido pela cineasta paraense Priscila Brasil em 2006 e que já participou de diversos festivais mundo afora. “O fi lme da Priscila é uma grande contribuição para a festa, para o Círio e para a cidade. Todo mundo quer fazer documentário sobre a Chiquita, e a Priscila conseguiu fazer um trabalho que foi a entrada dela no mercado do cinema nacional e que hoje é o seu grande cartão de visita”, diz Eloy. Para ele, as secretarias de turismo deveriam investir mais no público LGBT, que é maioria na festa. “A Festa da Chiquita é um evento que movimenta o turismo e atrai um público muito grande, que ganha o seu próprio dinheiro”, diz o cantor. Quanto à segurança, Eloy diz que o evento contará com a parceria da Guarda Municipal de Belém, mas alerta: “Devemos nos divertir, mas sem perder a consciência. Guardem seu dinheiro, seus documentos e andem sempre em grupo. Hoje em dia a insegurança está até dentro de escolas, imagine numa festa ao ar livre”. Para Eloy, é natural que a cada ano o público da festa seja maior. “O povo quer ir para onde estão pessoas bem humoradas, divertidas e inteligentes. A humanidade está cada vez mais se matando. É hora de acolher o outro, e não de desampará-lo”, fi losofa. Quanto às críticas de que a Festa da Chiquita seria um desrespeito à imagem de Nossa Senhora, Eloy argumenta que o evento só inicia após a passagem da Trasladação. “A Igreja moderna tem que repensar essas críticas, até porque muitos homossexuais são religiosos. Nossa Senhora nunca falou que os gays não são fi lhos dela. O mal está no que sai da boca do homem”.
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