woRd in my eyes

Entradas do Outubro 2008

Hip hop violin

30 30UTC Outubro 30UTC 2008 · Deixe um comentário

O que acontece quando um violinista encontra um DJ?

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“Absurdetes”

25 25UTC Outubro 25UTC 2008 · Deixe um comentário

Por falar em Hermes e Renato, impagável essa entrevista com a banda que é o último ‘hit’ brasileiro na Eslovênia: Também sou Hype! Mais caricatos impossível!

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Seriam eles as crias do Cotonete??

19 19UTC Outubro 19UTC 2008 · Deixe um comentário

Tá aí a matéria sobre a nova galera que anda fazendo festas em Belém. Seriam eles as crias do Cotonete? Talvez seja pretenção pensar isso, mas se forem é motivo de muito orgulho pra nós, afinal, a festa não pode acabar! =D
Pogobol, Control, Bulhufas, Meachuta, This is Radio Trash, etc etc etc. São muitos os nomes, cada um com sua proposta mas com muito em comum!
O melhor são os vídeos de divulgação das festas, alguns super bem editados, como os da Control, outros com um tom mais desencanados como os da Meachuta, mas os da Pogobol… prêmio bagaceiros do ano pra eles! Hermes e Renato perde! rsrs

DIVERSÃO A NOITE INTEIRA

Michelli Byanka Almeida

*Matéria diagramada: http://ee.diariodopara.com.br (capa do Caderno D da edição de sábado, 18 de outubro de 2008).

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Chiquita: Uma balzaquiana bacana

18 18UTC Outubro 18UTC 2008 · Deixe um comentário

Gente, pensem numa luta que foi conseguir entrevistar a Eloy Iglesias! A bonita fresca horrores durante a entrevista, e cumprimenta a travesti que acabou de chegar – “mana, ela é uma travesti internacional chiquérrima, tem 2 mil litros de silicone!” – e chama a dona Mariazinha, e fresca, e fresca e fresca. No final deu tudo certo. Taí uma das entrevistas mais divertidas que já fiz!

E falando nas bi, hoje saiu uma matéria do novo espetáculo do Cuíra sobre o mundo gay, feita pela minha editora Juliana Rose. Não perde o serviço do release: “quem se declarar gay na bilheteria paga meia”. Vale a pena conferir: http://ee.diariodopara.com.br

Ah! Amanhã (sábado, 18/10) sai matéria que fiz sobre os novos coletivos de DJ´s de Belém. Tá babado!  

 

Belém-PA, sábado, 11 /10/2008 DIÁRIO DO PARÁ ·

BALZAQUIANA BACANA

A b a l z a q u i a n a mais enxuta da  cidade. Essa é  a Festa da Chiq u i t a   2 0 0 8 ,  que completa  30 anos hoje, com um espírito  jovem, inovador e livre de preconceitos.  Capitaneada pelo cantor  e performer Eloy Iglesias, a  festa começou no período da  ditadura militar, época improvável para se dar início a um  evento ligado à comunidade  gay. Reunindo um punhado de  intelectuais, que, segundo Eloy  Iglesias, por vezes freqüentava  a festa apenas para “tirar um  sarro” dos homossexuais, a  Chiquita tomou proporções  enormes, resistiu a três décadas e hoje faz parte do calendário do Círio. Eloy conta que  nomes como o ex-presidente  José Sarney e o ator Raul Cortez já estiveram na Chiquita,  além da atriz paraense Dira  Paes, que todos os anos marca  presença.   Neste ano, a festa terá  como atrações a travesti internacional Carla Ellen e o grupo  de carimbó Borboletas do Mar,  de Marapanim, entre outros  convidados. “Apesar de ter um  pé no segmento LGBT, é um  movimento cultural para todos.  Nada é ensaiado, tudo acontece  na hora. Se fosse ensaiado seria  chato. A Festa da Chiquita não  é o Auto do Círio, é o Baixo do  Círio”, diverte-se Eloy.  Como principal indicado  ao prêmio Veado de Ouro – entregue a personalidades que representam de forma signifi cativa  a bandeira LGBT – Eloy Iglesias  anuncia o maquiador Irandê  Mendonça. Conhecido nacionalmente, Irandê já maquiou  diversos artistas, especialmente  do meio televisivo. Já a deputada  Simone Morgado será coroada  Rainha do Círio e o secretário de  Estado Cláudio Puty foi eleito  Amigo da Chiquita, por seu  trabalho desenvolvido junto à comunidade gay. Serão entregues  ainda os prêmios Mauro Faustino para a imprensa e Chiquita  para uma drag queen escolhida  pelo público.  INTERNACIONAL ­ Ao unir sagrado e profano durante o Círio,  a Festa da Chiquita conquistou  visibilidade internacional.  Tudo por conta do documentário “As Filhas da Chiquita”,  dirigido pela cineasta paraense  Priscila Brasil em 2006 e que  já  participou de diversos festivais  mundo afora. “O fi lme da Priscila é uma grande contribuição  para a festa, para o Círio e para  a cidade. Todo mundo quer  fazer documentário sobre a  Chiquita, e a Priscila conseguiu fazer um trabalho que foi  a entrada dela no mercado do  cinema nacional e que hoje é o  seu grande cartão de visita”,  diz Eloy.   Para ele, as secretarias  de turismo deveriam investir  mais no público LGBT, que  é maioria na festa. “A Festa  da Chiquita é um evento que  movimenta o turismo e atrai  um público muito grande, que  ganha o seu próprio dinheiro”,  diz o cantor. Quanto à segurança,  Eloy diz que o evento contará  com a parceria da Guarda Municipal de Belém, mas alerta:  “Devemos nos divertir, mas  sem perder a consciência.  Guardem seu dinheiro, seus  documentos e andem sempre  em grupo. Hoje em dia a insegurança está até dentro de  escolas, imagine numa festa  ao ar livre”.  Para Eloy, é natural que  a cada ano o público da festa  seja maior. “O povo quer ir  para onde estão pessoas bem  humoradas, divertidas e inteligentes. A humanidade está  cada vez mais se matando. É  hora de acolher o outro, e não  de desampará-lo”, fi losofa. Quanto às críticas de que  a Festa da Chiquita seria um  desrespeito à imagem de Nossa  Senhora, Eloy argumenta que  o evento só inicia após a passagem da Trasladação. “A Igreja  moderna tem que repensar essas críticas, até porque muitos  homossexuais são religiosos.  Nossa Senhora nunca falou que  os gays não são fi lhos dela. O  mal está no que sai da boca do  homem”.

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